De longe vejo a tempestade
janeiro 16, 2012
Sei que vejo distante
gigante
vindo
uma terrível tempestade.
Aqui há mormaço e calmaria,
mas vem depressa
em minha direção,
não a chuva que irriga,
sim a chuva que alaga.
Raios e trovões
a lua treme.
A tempestade vem, tudo bem,
que venha.
Não tenho medo de chuva.
Nadarei se preciso
respirarei se capaz.
Chuva capataz,
vai passar.
Sempre passa.
Basta paz,
falta calma.